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João Paulo Rillo
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ARTIGO: “Alckmin é o patrão que paga menos do que deve”
Segunda-Feira, 5 de Março de 2018 - 09:29 - Categoria: Geral
 

 *Artigo originalmente publicado no site do Partido dos Trabalhadores * 


Nos últimos quatro anos, o salário inicial da PM paulista desvalorizou cerca de mil reais. E, em um ano apenas, a taxa de policiais mortos em serviçono Estado de São Paulo cresceu 40%.


Taí um bom ponto de partida para que se esclareçam dois fatos que costumam ser nublados pela retórica liberal e que contaminam o debate com desinformação: o primeiro deles é lembrar de quem falamos quando falamos de servidores públicos.


A imagem do burocrata que empurra os anos com a barriga até a chegada da aposentadoria serve a uma narrativa que esconde policiais, serventes, professores, enfermeiros, médicos, bombeiros. É de saúdeeducação, segurança, ciência, saneamento, fiscalização e desenvolvimento que estamos tratando.


O segundo fato é a confusão que a palavra reajuste pode causar. Reajuste não é aumento. É a atualização do valor pago por um determinado trabalho para que não fique defasado frente à inflação, por exemplo. Os anos que os trabalhadores estaduais de São Paulo estão sem reajuste – e são dois, três, quatro anos, dependendo da categoria – são anos em que estão, na prática, ganhando menos do que foram contratados para ganhar.


Geraldo Alckmin é um patrão que paga menos do que o combinado.


O governador está em seu 14º ano à frente do Estado de São Paulo, isso sem contar os anos como vice-governador e secretário de Desenvolvimento. Mas Geraldo Alckmin está surpreso com a folha de pagamento do Estado. Diz que não tem como pagar o que propôs que pagaria, que não pode honrar os contratos que fez com os trabalhadores. Na realidade, Alckmin surfa na popularidade das perigosas políticas de austeridade – políticas como a que detonou o terror no Espírito Santo para afirmar que o Estado que ele mesmo criou é inviável, num discurso ideológico de quem põe o privado à frente do público.


Criar problemas para vender soluções não é novidade nas gestões tucanas. Diante do arrocho de anos, repetido sistematicamente ao longo da década e meia de administração, os trabalhadores sequer têm força ou trunfos para lutar quando, às vésperas de sair novamente candidato, Alckmin anuncia um reajuste ofensivo de 3,5%.


O reajuste está na pauta de votações da Assembleia, e deve ser votado em breve. Com emendas minhas e de outros deputados da bancada petista, lutamos, pelo menos, para melhorar o reajuste e o auxílio-alimentação para todas as categorias. Mas a urgência das necessidades financeiras faz com que qualquer mobilização sucumba diante da alternativa de receber logo qualquer alívio.


O Estado de São Paulo hoje sofre um achatamento desesperador. Faz concursos para servidores oferecendo menos do que o mínimo estadual; paga o pior salário para seus delegados

– e fecha delegacias -, ignora o investimento mínimo constitucional da Educação e destrói hospitais.


Despreza contratos, Constituição, bom senso e humanidade.


O achatamento dos salários é o retrato claro do sucateamento do Estado de bem-estar social. E é uma opção político-ideológica. Alckmin, já em franca campanha, diz que fará pelo Brasil o que fez por São Paulo. Palavras dele.

João Paulo Rillo
Tags:  joão paulo rillo , rillo , PM , polícia militar , salário , servidores , professores , educação
 
 
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